Como avaliar as condições de processamento, conservação e validade de queijos outros que não sejam queijos curados

  Agora que estamos voltados à compreensão da validade da questão relacionada aos valores calóricos e vibracionais de um ‘alimento’, há que pensar também em corroborar nosso pensamento a partir das nuances vibracionais de alimentos pouco considerados na atualidade humana como ‘propensores’ do humano efeito de coordenar a ação. É assim que pensamos e consideramos os ‘efeitos’ vibracionais dos queijos não curados, visto serem considerados frescos se consumidos até 20 dias de seu ‘preparo e confecção’.
  Haja visto que, para tanto teremos que considerar as formas ‘certas’ de armazenamento e conservação, sugiro sim pensar que se não for devidamente acondicionado, após (no máximo) 20 horas de seu preparo e confecção em geladeira, programada a 10º Celsius, fica difícil considerar tal alimento que não seja como insalubre ao consumo humano, sem exceção.
  Considerando nosso pensar a respeito, o que mais questionamos são os condições de armazenamento, confecção (e preparo) e transporte, por excelência, visto que se estas são ‘garantidas’ próximas às condições perfeitas de preparo e armazenamento, posso sim dizer que 20 dias deve-se considerar como para consumo humano, sem que se possa pensar de outra forma.
  Há aqui, entretanto, que considerar algumas práticas humanas habituais, visto que a produção de queijo suíno está a muito tempo descartada da prática humana de preparo de queijos artesanais ou, considerados artesanais, mas fato é que, para este produtos poderíamos corroborar o prazo de 30 dias, se se considerasse ‘corretamente’ o ‘tempo de preparo’ e consumo de tal produto.
  Vamos assim pensar: para os queijos de produção artesanal, não há como desconsiderar as ‘falhas’ humanas no preparo, visto que a ambientação designada ao preparo de tal produto, por melhor que seja, não responde corretamente aos termos da refrigeração necessária a tal preparo que seriam de 10º abaixo de zero (-10º C), sem exceção, segundo nosso pensar e orientação. Como tal não se encontra como prática efetiva, o que sugerimos é que se ‘olhe/observe’ as condições de armazenamento e conservação (no local de comércio) para identificar e corroborar nossas palavras nestes termos, visto que, nestes casos, por não atenderem, em definitivo as condições máximas necessárias para corroborar nossa orientação (digo 20 dias para propensão ao consumo e degustação), há apenas que dizer que, no máximo 15 dias deve-se considerar caso não existam alterações na cor e sabor (flavor) de tal produto.
  Para efetivamente considerar o uso destes queijos frescos com total segurança e usufruindo de suas qualidades vibracionais, há apenas que dizer que, quanto ao preparo e confecção ‘duvidosos’ ou, que não atendam às condições máximas de preparo e conservação, sugiro sim corroborar o pensamento de 5 dias para consumo, sem que se possa pensar de outra forma, considerando aqui, sempre, cinco dias a partir de seu preparo e confecção.
  Aqui informamos que, independente das ‘condições de preparo, confecção e armazenamento, deve-se contar como prazo de validade para consumo efetivo, a partir da data de preparo e confecção.
  Então, vamos pensar em considerar para consumo humano os queijos a base de leite de cabra, vaca e búfala, sem que se possa pensar de outra forma, e sem que existam diferenças quanto ao armazenamento e conservação em refrigeração. Conservar sempre, em geladeira refrigerada a 10º C, sem exceção.
   Há também que citar que, para poder considerar os ‘prazos de validade acima especificados’, no sentido da preservação da natureza funcional vibracional e nutricional destes produtos, estes devem ser imediatamente acondicionados em geladeira após seu uso imediato, o que não ocorre na maioria das ‘casas brasileiras’ onde o alimento é deixado ‘ao relento’ para consumo em momentos distintos pelos indivíduos das casas, isto é, cada um ao efetivar a refeição em momentos distintos se esquece de efetivamente armazenar tal produto. Nestes casos a validade deste alimento decai rapidamente, não se mantendo por mais de três dias, sem que se possa entender de outra forma.
  Assim sugere-se aqui, considerar as informações como acima citadas, quando do propósito de se obter todas as benesses dos queijos enquanto alimentos que são.
Por Mônica de Castro Barbosa

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